Mudança

Alteração ou modificação do estado normal de algo: mudança de caráter. Modificação ou transferência de alguma coisa, geralmente móveis ou objetos pessoais, para um outro lugar: a mudança ainda vai chegar. Troca; alteração ou substituição de uma pessoa ou coisa por outra(s): mudança de funcionário; mudança de time; mudança de firma. Tantos significados para uma palavra pequena e grande ao mesmo tempo: mudança!

Pensando estrategicamente, nesse momento atual (digamos que há alguns anos) que estamos vivendo, nada está mais em uso do que essa palavrinha mágica! Para cada um, mudança tem sinônimos diferentes: medo, angústia, excitação, ansiedade, desafio, felicidade, tristeza e por aí vai…

Nossa noção de tempo e mudanças tem se modificado muito desde a internet e as tecnologias digitais. Você sabia que a internet como a conhecemos tem apenas 25 anos? E o iPhone apenas 7. E a tecnologia mudou completamente a forma com que a humanidade percebe tempo, aprendizado e mudanças. Uma mudança que deve ter botado medo em muita gente, que quebrou muitas empresas, mas que nos proporcionou um desenvolvimento absurdo, e vimos que hoje foi necessário.
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O crepúsculo de 2017: valeu a pena?

2017 está chegando ao fim. É hora de refletir sobre o ano que passou e colocar na balança as vitórias e derrotas conquistadas pelo país e pelo povo brasileiro – sempre buscando sanar e otimizar as faltas durante o ano que se aproxima.

Apesar de ter sido caracterizado por muitos como “catastrófico”, 2017 foi, na realidade, um ano de altos e baixos. A partir do segundo trimestre, a economia tem mostrado, finalmente, sinais de recuperação. Analistas consultados pelo Banco Central preveem um aumento sensível no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, o que indica o início de uma retomada do crescimento do PIB para 2018. No que tange à inflação, um dos índices mais temidos pelos brasileiros, as previsões de alta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) saíram de 3,98% para 3,96% em 12 meses e de 3,06% para 3,03% em 2017. As taxas de desemprego, embora continuem mais altas que as de 2016, também recuaram: no trimestre terminado em agosto, o Brasil tinha 13,1 milhões de desempregados – uma queda de 4,8% em relação ao trimestre terminado em maio. Associados à retomada do PIB, estão outros índices promissores como o crescente fôlego do consumo familiar e a queda nas taxas de juros.
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A era da inovação: start-ups que estão revolucionando o mundo

Os ventos da mudança: brisas, ventanias, furacões. Uns mais fracos, outros mais fortes, mas sempre presentes no cotidiano do século XXI. A cada dia, a modernidade injeta cada vez mais os frutos de sua expansão em nossas veias.

Há menos de meio século, pacientes soropositivos pereciam por uma simples gripe por conta da imunodeficiência provocada pelo vírus HIV. Hoje, os pacientes portadores do vírus são capazes de controlar sua carga viral por meio de medicamentos e levar uma vida absolutamente saudável. No campo da educação, os avanços também foram sensíveis: com a informática e das tecnologias de comunicação, surgiram as graduações à distância, que permitem que um estudante sem as condições necessárias para freqüentar a sala de aula consiga concluir o ensino superior. E a lista não pára por aí: os ventos da modernidade alcançam cada dia mais as áreas do transporte, da agropecuária, da energia e até mesmo do convívio social, com o advento das redes sociais como o Twitter e o Facebook.

O mundo está experimentando um novo e amplo cenário: o da inovação. Fomentado pelo avanço das novas tecnologias, esse cenário se expande cada vez mais e, com ele, as oportunidades de lucro e visibilidade. E assim, surgem as start-ups. Pequenas empresas, companhias e iniciativas que, buscando fortalecer o próprio modelo de negócio e inserir-se num mercado extremamente competitivo, buscam novos meios de alcançar um diferencial entre milhares de novas empresas – oferecendo novos produtos e serviços. Esse caráter nativamente inovador das start-ups pode ser considerado uma das principais causas do avanço sem freio da modernidade em nosso cotidiano.
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Black Friday à Brasileira: enfim somos ou não os “reis” da enganação?

Com crise, ou sem crise, é fato que o movimento de consumo nunca para. O que muda agora são as escolhas, preços, qualidade e real necessidade de compra. E em tempos de “vacas magras”, nada é mais valorizado do que o desconto.

Famosa nos Estados Unidos e presente no Brasil há cerca de 5 anos, a Black Friday se tornou um conhecido movimento de estimulo de compras e vendas, a partir de descontos agressivos de varejo que vão desde eletrodomésticos, viagens, cosméticos até vestuário.

Assim como em outros países, no Brasil, a Black Friday é uma famosa liquidação, que acontece sempre na última sexta feira do mês de novembro, e muitas vezes é a oportunidade única do ano, onde pessoas compram muito gastando pouco, pelo menos esta é a ideia.
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Inovação: uma roda de oportunidades

Quando falamos em crise, não nos referimos apenas aos aumentos de gasolina, supermercado ou energia que o povo não pode arcar, tão pouco estamos descrevendo unicamente um momento de alta do desemprego e juros, dólar e euro. Uma crise em um país, especialmente no nosso, pode ter efeitos ainda mais profundos do que imaginamos, e que a longo, médio e curto prazos, podem impactar de forma drástica e certeira a sociedade brasileira.

Para entender melhor uma das maiores forças da nossa economia, antes de qualquer coisa, precisamos falar dos chamados ativos intangíveis. Eles são uma espécie de “bens” impalpáveis, como por exemplo, patentes, marcas, capital humano e propriedade intelectual. Esse combinado compõe o valor do negócio, e o restante além dele, é chamado “patrimônio” da empresa.

Medir e acompanhar os valores desse patrimônio é normal, assim é possível avaliar a valorização do negócio. No entanto, os bens intangíveis também são importantíssimos e fazem toda a diferença quando falamos de crescimento econômico.

De acordo com a consultoria Apsis, o peso dos ativos intangíveis caiu de 60%, em 2009, para 37%, há dois anos, e no ano passado reagiu para 50% do valor das empresas brasileiras. Essa queda é resultado da crise que 99% das empresas brasileiras enfrentou, ela decepou os investimentos em pesquisa, ao contrário do que aconteceu em outras partes do planeta.

E porque esses dados preocupam tanto?
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Marketing de relacionamento

Provavelmente você já escutou a expressão: “Conquistar um cliente é fácil, difícil é mantê-lo!”. Essa é a mais pura verdade, principalmente em tempos de crise.

Claro que as duas coisas são extremamente desafiadoras, mas conquistar – verdadeiramente e com perenidade – um cliente exige conhecimento, persistência e um conjunto de estratégias que fujam do comum. A isso chamamos Marketing de Relacionamento.

Para Regis McKenna, o grande estrategista por trás das primeiras campanhas da Apple, o marketing de relacionamento nada mais é do que construir e sustentar a infra-estrutura dos relacionamentos de clientes. É a integração desses clientes com a empresa, desde o projeto, desenvolvimento de processos e vendas. É a estratégia que envolve construção e disseminação de marca, fidelização de clientes e criação de autoridade no mercado.

Você já viveu uma experiência positiva com uma marca? E esse momento foi o suficiente para que você se tornasse um consumidor fiel, a ponto de abandonar o consumo em suas concorrentes? Nesse caso, já percebeu que depois disso, você se tornou uma espécie de “advogado”, defendendo e indicando a empresa? Se você teve uma experiência como essa, com certeza ela foi marcante e você se lembrará!
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Ecologia Humana

Parece assunto de escola, como voltar no tempo lá para o ensino infantil e fundamental, quando tudo era lindo e teórico, quando ecologia era assistir a filmes que nos mostrava o lado verde do mundo.

Quando crianças ainda, era superficial e vazio nosso contato com o termo ecologia humana, que nada mais é do que a ciência que estuda e tem como objeto a relação do ser humano com o seu ambiente natural.

Pensando estrategicamente, de constituição física bastante desvantajosa, nós seres humanos (Homo sapiens), por meio de nossa cultura de sobrevivência, usamos de estratégias para adaptar o meio ambiente ao nosso corpo, e essas escolhas e medidas acabaram nos levando às últimas consequências.

Logo, sobreviver, até agora e em todos os ambientes do nosso planeta, está custando caro não só para nossa espécie, mas também para toda essa colônia que divide parede conosco.

O aquecimento da nossa terra acontece desde sempre, mas, só nos últimos 200 anos enxergamos melhor essas mudanças climáticas. Uma coisa é a produção de gases há alguns milhares de anos, onde indústrias, carros, desmatamento entre outras coisas estavam bem longe do nosso imaginário. Te convido agora para a reflexão: no mundo de hoje, qual planeta você quer perpetuar?
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A mobilidade das informações como instrumento gerencial

Um grande teste para a sobrevivência das empresas entra em sua fase mais importante. Os fatores são de abrangência internacional, e o alcance de seus reflexos nas estruturas das organizações ainda não temos ideia de como será. Mas de algo podemos ter certeza: serão sobreviventes aquelas empresas que estão empenhadas em melhoria de produtividade na gestão de seus negócios, mantendo uma posição mais ousada e ao mesmo tempo mais austera de seus controles.

Incorporar tecnologia como suporte ao processo de gerenciamento dos negócios, por certo, proporcionará maior agilidade e o ganho de tempo será inevitável, provocando uma verdadeira revolução nos conceitos de custos usualmente utilizados. A globalização da economia trouxe consigo a necessidade de mais agilidade na tomada de decisões, provocando a ruptura com a prática administrativa até então utilizada.

A tecnologia oferece certos recursos para a geração e gerenciamento de informações, e os sistemas de informação bem como aplicativos e produtos tecnológicos estão cada vez mais sofisticados, propondo mudanças nos processos, estrutura e estratégia de negócios.
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