Como atingir os objetivos e metas da organização

Na última semana, falamos sobre estratégia, ou a arte de se alcançar resultados positivos por meio de um conjunto de medidas devidamente planejadas. Abordamos, num primeiro momento, a primeira etapa desta fina arte: o planejamento estratégico. Agora, falaremos sobre o segundo nível dessa jornada – o plano tático. Nele, diferentes áreas, departamentos e unidades de negócio se separam para definir seus níveis individuais de contribuição para as metas do todo. A compreensão sobre essa etapa é vital para o alcance dos objetivos e metas pretendidas pela organização.

A “tática” (do grego taktiké ou téchne; arte de manobrar [tropas]) é qualquer elemento componente de uma estratégia, com a finalidade de se atingir a meta desejada em um empreendimento qualquer. O planejamento tático, nas empresas, é orientado nas unidades menores e subdivisões. Ele não é nada mais, nada menos que o detalhamento e especificação do planejamento estratégico para cada setor e área da empresa. A diferença entre as duas etapas reside em sua abrangência: enquanto a estratégia busca visão “macro”, de conjunto ou, por assim dizer, sistêmica, relativa ao negócio como um todo, a tática ocupa-se de visão “micro”, no sentido elementar ou particular em relação ao todo. Numa comparação mais simples, tática seria “como” realizar determinada função, em oposição à estratégia, mais próxima de “o que” deve-se realizar.

Não é à toa que, no sentido bélico e militar, a tática também pode ser entendida como a fração da arte da guerra que trata da disposição e manobra das forças durante o combate ou na sua iminência. Intimamente relacionadas, tática e estratégia se complementam, sendo a tática o olhar curto e específico enquanto a estratégia é o olhar total e a longo prazo.

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O empoderamento da mulher executiva nas empresas familiares

Que ser mulher é muito mais do que batom, salto, saia e cabelos sedosos, todo mundo parece já saber. Mas, mesmo sendo homem, posso afirmar, sem sombra de dúvidas, que isso não é nada perto do que a mulher verdadeiramente representa.

Ser mulher é ter força, coragem, dureza, persistência, determinação e sabedoria. É batom, se ela quiser, mas com muita garra. É salto, se lhe for conveniente, mas com muita autoconfiança.

Em sua fase adulta, algumas vezes, quando se tem essa vontade, é ser mãe. E quando mãe, responsável pela formação e construção de um novo ser humano. Tal responsabilidade não a abala ou esmorece. Pelo contrário. A maternidade lhe confere uma força impossível de ser medida. Educar não é fácil. É um desafio sem tamanho. Principalmente diante da realidade vivida nesse século.

Algumas vezes, além de mulher, mãe. E além de mãe, provedora. Em algumas vezes seu parceiro não é capaz de suportar o peso da responsabilidade familiar. E mais uma tarefa recai sobre ela.
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Ecologia Humana

Parece assunto de escola, como voltar no tempo lá para o ensino infantil e fundamental, quando tudo era lindo e teórico, quando ecologia era assistir a filmes que nos mostrava o lado verde do mundo.

Quando crianças ainda, era superficial e vazio nosso contato com o termo ecologia humana, que nada mais é do que a ciência que estuda e tem como objeto a relação do ser humano com o seu ambiente natural.

Pensando estrategicamente, de constituição física bastante desvantajosa, nós seres humanos (Homo sapiens), por meio de nossa cultura de sobrevivência, usamos de estratégias para adaptar o meio ambiente ao nosso corpo, e essas escolhas e medidas acabaram nos levando às últimas consequências.

Logo, sobreviver, até agora e em todos os ambientes do nosso planeta, está custando caro não só para nossa espécie, mas também para toda essa colônia que divide parede conosco.

O aquecimento da nossa terra acontece desde sempre, mas, só nos últimos 200 anos enxergamos melhor essas mudanças climáticas. Uma coisa é a produção de gases há alguns milhares de anos, onde indústrias, carros, desmatamento entre outras coisas estavam bem longe do nosso imaginário. Te convido agora para a reflexão: no mundo de hoje, qual planeta você quer perpetuar?
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As ambições das novas gerações


Segundo pesquisa, sucessores de companhias familiares almejam deixar a própria marca nas insti
tuições e apostam em conhecimento técnico e experiência para conquistar espaço estratégico nas empresas

Pesquisa da consultoria PwC entrevistou representantes de 268 empresas familiares de 31 países e concluiu que os herdeiros têm se preparado mais antes de assumir cargos estratégicos nas organizações, o que aponta um caminho de maior profissionalização nesse tipo de companhia. Entre os membros da nova geração, 70% acumulam experiências em instituições externas, “o que quer dizer que eles conhecem o mercado e o funcionamento de negócios diferentes para levar conhecimento para dentro das firmas familiares”. É o que aponta Fabiano Tessitore, gerente de Auditoria e sócio da PwC Brasil. Em geral, os herdeiros começam de baixo e avançam de forma constante na empresa rumo ao topo. Isso é importante para fugir da impressão de que eles estão ali apenas por serem da família.

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O grande desafio do novo presidente da empresa familiar

Processo de sucessão deve passar por vários níveis e alinhamentos conceituais.

Para garantir a perenidade da empresa familiar de maneira adequada é preciso que o todo o processo sucessório seja realizado paulatinamente e estruturadamente. Paulatinamente porque estamos tratando da escolha do novo líder de uma instituição – seleção esta que deve ser realizada através de um mapeamento inicial dos futuros lideres familiares desde a tenra idade.

Estruturalmente porque o processo de sucessão deve passar por vários níveis e alinhamentos conceituais. Não existem dados estatísticos consolidados no Brasil sobre empresas familiares de médio porte, mas os processos sucessórios estão apresentando uma duração inferior a sete anos e em muitos casos a sucessão tem sido feita de maneira mais imediatista.

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A mobilidade das informações como instrumento gerencial

Um grande teste para a sobrevivência das empresas entra em sua fase mais importante. Os fatores são de abrangência internacional, e o alcance de seus reflexos nas estruturas das organizações ainda não temos ideia de como será. Mas de algo podemos ter certeza: serão sobreviventes aquelas empresas que estão empenhadas em melhoria de produtividade na gestão de seus negócios, mantendo uma posição mais ousada e ao mesmo tempo mais austera de seus controles.

Incorporar tecnologia como suporte ao processo de gerenciamento dos negócios, por certo, proporcionará maior agilidade e o ganho de tempo será inevitável, provocando uma verdadeira revolução nos conceitos de custos usualmente utilizados. A globalização da economia trouxe consigo a necessidade de mais agilidade na tomada de decisões, provocando a ruptura com a prática administrativa até então utilizada.

A tecnologia oferece certos recursos para a geração e gerenciamento de informações, e os sistemas de informação bem como aplicativos e produtos tecnológicos estão cada vez mais sofisticados, propondo mudanças nos processos, estrutura e estratégia de negócios.
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7 lições para motivar o empreendedor a abrir um negócio em 2017

Que a nossa economia brasileira não anda bem das pernas, isso é um fato, mas o empreendedor precisa ser otimista para ver os movimentos de abertura de mercado e estes momentos vão acontecer em vários momentos neste ano. Onde há risco, há também grandes oportunidades. Fique atento e faço o seu ano ser diferente.

O ano está acabando, mas as ideias e planos para o próximo ano já começam a borbulhar na cabeça dos aspirantes a empreender. Dúvidas também surgem no caminho. Será que estou planejando bem a empresa? O que devo fazer para ter sucesso? Tenho capital suficiente para segurar momentos de incertezas econômicas, queda no consumo? Por que é tão importante a fase do planejamento?

Considerando que a economia brasileira vive momentos turbulentos, o empreendedor precisa ser otimista para ver os movimentos de abertura de mercado, pois onde há risco também existem oportunidades. O “dinheiro” está por aí e só muda de endereço e segmento.

Para fazer um bom planejamento e ajudar o empreendedor a dar os primeiros passos, Laercio Aro, sócio fundador da Especialista do Lar, que tem mais de 10 anos de experiência em governança corporativa, gestão estratégica e projetos, elencou os principais pontos que devem fazer parte do plano de quem deseja ter um negócio em 2017.

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