Marketing de relacionamento

Provavelmente você já escutou a expressão: “Conquistar um cliente é fácil, difícil é mantê-lo!”. Essa é a mais pura verdade, principalmente em tempos de crise.

Claro que as duas coisas são extremamente desafiadoras, mas conquistar – verdadeiramente e com perenidade – um cliente exige conhecimento, persistência e um conjunto de estratégias que fujam do comum. A isso chamamos Marketing de Relacionamento.

Para Regis McKenna, o grande estrategista por trás das primeiras campanhas da Apple, o marketing de relacionamento nada mais é do que construir e sustentar a infra-estrutura dos relacionamentos de clientes. É a integração desses clientes com a empresa, desde o projeto, desenvolvimento de processos e vendas. É a estratégia que envolve construção e disseminação de marca, fidelização de clientes e criação de autoridade no mercado.

Você já viveu uma experiência positiva com uma marca? E esse momento foi o suficiente para que você se tornasse um consumidor fiel, a ponto de abandonar o consumo em suas concorrentes? Nesse caso, já percebeu que depois disso, você se tornou uma espécie de “advogado”, defendendo e indicando a empresa? Se você teve uma experiência como essa, com certeza ela foi marcante e você se lembrará!
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Ecologia Humana

Parece assunto de escola, como voltar no tempo lá para o ensino infantil e fundamental, quando tudo era lindo e teórico, quando ecologia era assistir a filmes que nos mostrava o lado verde do mundo.

Quando crianças ainda, era superficial e vazio nosso contato com o termo ecologia humana, que nada mais é do que a ciência que estuda e tem como objeto a relação do ser humano com o seu ambiente natural.

Pensando estrategicamente, de constituição física bastante desvantajosa, nós seres humanos (Homo sapiens), por meio de nossa cultura de sobrevivência, usamos de estratégias para adaptar o meio ambiente ao nosso corpo, e essas escolhas e medidas acabaram nos levando às últimas consequências.

Logo, sobreviver, até agora e em todos os ambientes do nosso planeta, está custando caro não só para nossa espécie, mas também para toda essa colônia que divide parede conosco.

O aquecimento da nossa terra acontece desde sempre, mas, só nos últimos 200 anos enxergamos melhor essas mudanças climáticas. Uma coisa é a produção de gases há alguns milhares de anos, onde indústrias, carros, desmatamento entre outras coisas estavam bem longe do nosso imaginário. Te convido agora para a reflexão: no mundo de hoje, qual planeta você quer perpetuar?
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Empresas familiares e o paradoxo da sucessão

Se observarmos, um expressivo número das empresas que se destacam no Brasil e no Mundo, são empresas familiares. Essas, atuam em diversos setores e mostram que podem ser modernas e competitivas, mesmo com uma grande presença familiar no seu controle acionário ou até em sua gestão operacional. E é sobre isso que vamos pensar estrategicamente hoje!

A economia de grande parte do mundo capitalista está alicerçada nessas organizações. Estabelecer essa representatividade, contribui para o aprimoramento de políticas públicas relacionadas ao empreendedorismo e ao sistema de produção doméstico, sem, contudo, ignorar outras variáveis relacionadas ao capitalismo.

E com o Brasil não é diferente! Quando estudamos o passado do país, vemos que a história da nossa economia foi escrita por esse modelo de negócio. Grandes indústrias que nasceram das necessidades regionais, somadas ao esforço pessoal de homens, mulheres e seus filhos, são hoje companhias de padrão e reconhecimento mundial.
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As ambições das novas gerações


Segundo pesquisa, sucessores de companhias familiares almejam deixar a própria marca nas insti
tuições e apostam em conhecimento técnico e experiência para conquistar espaço estratégico nas empresas

Pesquisa da consultoria PwC entrevistou representantes de 268 empresas familiares de 31 países e concluiu que os herdeiros têm se preparado mais antes de assumir cargos estratégicos nas organizações, o que aponta um caminho de maior profissionalização nesse tipo de companhia. Entre os membros da nova geração, 70% acumulam experiências em instituições externas, “o que quer dizer que eles conhecem o mercado e o funcionamento de negócios diferentes para levar conhecimento para dentro das firmas familiares”. É o que aponta Fabiano Tessitore, gerente de Auditoria e sócio da PwC Brasil. Em geral, os herdeiros começam de baixo e avançam de forma constante na empresa rumo ao topo. Isso é importante para fugir da impressão de que eles estão ali apenas por serem da família.

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As diferenças entre empresas familiares nos EUA e no Brasil

Para especialista, a diferença na gestão de uma empresa familiar do Brasil em relação às companhias do mesmo tipo dos Estados Unidos acontece na base: a cultura empresarial lá é bem mais forte.

Você já deve ter ouvido falar que nos Estados Unidos as coisas são diferentes, mais rápidas ou, até mesmo, melhores. Mas será esse o caso na administração das empresas? Qual seria a diferença entre uma empresa familiar no Brasil e uma nos EUA?

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Sonho do fundador: a continuidade da empresa familiar

Entender a cultura existente na empresa familiar auxilia o processo sucessório e facilita a gestão do herdeiro

As empresas familiares são a forma predominante de empresa em todo o mundo. Elas ocupam uma parte tão grande da nossa paisagem econômica e social que se quer nos damos conta. Além disso, esses empreendimentos são de extrema importância para o país, já que representam 20% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional.

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O grande desafio do novo presidente da empresa familiar

Processo de sucessão deve passar por vários níveis e alinhamentos conceituais.

Para garantir a perenidade da empresa familiar de maneira adequada é preciso que o todo o processo sucessório seja realizado paulatinamente e estruturadamente. Paulatinamente porque estamos tratando da escolha do novo líder de uma instituição – seleção esta que deve ser realizada através de um mapeamento inicial dos futuros lideres familiares desde a tenra idade.

Estruturalmente porque o processo de sucessão deve passar por vários níveis e alinhamentos conceituais. Não existem dados estatísticos consolidados no Brasil sobre empresas familiares de médio porte, mas os processos sucessórios estão apresentando uma duração inferior a sete anos e em muitos casos a sucessão tem sido feita de maneira mais imediatista.

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Herança não garante sucessão na gestão da empresa familiar

De acordo com Pedro Podboi Adachi, existe uma grande confusão entre herança e sucessão em empresas familiares

Ser o herdeiro do negócio não significa que você será necessariamente o sucessor na direção da empresa familiar. A própria legislação brasileira promove essa confusão ao usar o termo “Direito das Sucessões” para disciplinar normas que regem a herança, mas é preciso tomar cuidado.

O alerta é do consultor em empresas familiares Pedro Podboi Adachi, que ressalta que ser herdeiro não significa que a sucessão está pronta ou que será concretizada quando o fundador não estiver mais no comando.
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A mobilidade das informações como instrumento gerencial

Um grande teste para a sobrevivência das empresas entra em sua fase mais importante. Os fatores são de abrangência internacional, e o alcance de seus reflexos nas estruturas das organizações ainda não temos ideia de como será. Mas de algo podemos ter certeza: serão sobreviventes aquelas empresas que estão empenhadas em melhoria de produtividade na gestão de seus negócios, mantendo uma posição mais ousada e ao mesmo tempo mais austera de seus controles.

Incorporar tecnologia como suporte ao processo de gerenciamento dos negócios, por certo, proporcionará maior agilidade e o ganho de tempo será inevitável, provocando uma verdadeira revolução nos conceitos de custos usualmente utilizados. A globalização da economia trouxe consigo a necessidade de mais agilidade na tomada de decisões, provocando a ruptura com a prática administrativa até então utilizada.

A tecnologia oferece certos recursos para a geração e gerenciamento de informações, e os sistemas de informação bem como aplicativos e produtos tecnológicos estão cada vez mais sofisticados, propondo mudanças nos processos, estrutura e estratégia de negócios.
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Como grandes empresários resolvem problemas de sucessão em empresas?

Fazer uma sucessão não é tarefa das mais fáceis, ainda mais quando este processo transita na cúpula das empresas familiares. E o caminho para um final feliz pode estar tanto na psicanálise quanto nas boas práticas administrativas. Aqui veremos um exemplo real.

Quando pensou no futuro da Dudalina, empresa que fundou um tanto acidentalmente, fruto de uma compra excessiva de tecidos, em 1957, Adelina Hess viu que ele, o futuro, era bom. Mas só se a empresa sobrevivesse à própria família. É que a fundadora teve 16 filhos, e ela intuía que o dia em que os filhos de seus filhos chegassem ao comando seriam dezenas e dezenas de acionistas a exigir seu quinhão do negócio. A confecção poderia não resistir.

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